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CATOLICISMO E O PAPADO

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CATOLICISMO E O PAPADO

Mensagem  Alberto Neto em Sex Out 10, 2008 3:07 pm

"E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus" Mateus 23:9

Quero começar definindo alguns dos termos que usarei. O primeiro é Papa, que vem do Grego papas e, em Latim, papa significa pai. Esse termo refere-se ao oficial mais importante da Igreja, segundo o Catolicismo Romano. A palavra papado refere-se ao sistema de governo eclesiástico do qual o Papa é reconhecido como o cabeça suprema. A palavra papal significa do ou pertencente ao Papa. A palavra Pontífice é outro termo para Papa. A palavra Vaticano refere-se à sede do poder e da autoridade do Papa que está em Roma.

O ofício do Papa, e tudo o que está aí relacionado, não está sustentado pela Palavra de Deus. Esse oficio simplesmente não se encontra nela! Precisamos estabelecer esse fato logo de início. Os únicos dois oficiais que o Senhor Jesus estabeleceu em suas igrejas são o pastor (ou bispo ou presbítero, como também este oficio pode ser chamado) e o diácono.

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O CATOLICISMO ENSINA QUE PEDRO FOI O PRIMEIRO PAPA

Mensagem  Alberto Neto em Sex Out 10, 2008 3:10 pm

O Catecismo de Baltimore, Confraternity Edition, diz, na questão # 147, "Em Sua Igreja, Cristo deu um poder especial a São Pedro, fazendo-o o cabeça dos apóstolos e o mais importante professor e administrador de toda a Igreja ... São Pedro foi reconhecido pelos primeiros Cristãos como o cabeça da Igreja".

A questão # 148 continua, dizendo, "Cristo não intentava que o poder especial do mais importante professor e administrador de toda a Igreja pudesse ser exercido apenas por São Pedro, mas intentava que esse poder pudesse passar a seus sucessores, o Papa, o Bispo de Roma, que é vicário de Cristo sobre a terra e o visível cabeça da Igreja".

Por fim, a questão # 159 diz, "...O supremo poder de São Pedro na Igreja tem passado por uma linha ininterrupta de seus sucessores na Santa Sé de Roma".

O Catolicismo reivindica que Pedro foi Bispo, em Roma, de 42 d.C. a 67 d.C. (25 anos) e então crucificado pelo imperador Nero. A reivindicação do Catolicismo de que Pedro foi o primeiro Papa é crucial para todo o sistema Católico. A reivindicação de ter uma origem apostólica sustenta-se ou derroca com o fato de Pedro ter sido o primeiro Papa.

A Palavra de Deus não ensina que Pedro foi o primeiro Papa. Ela também não ensina que Pedro tinha autoridade sobre os outros apóstolos. A Palavra de Deus nem sequer conta-nos que Pedro foi a Roma. O Senhor Jesus Cristo não deu a Pedro autoridade sobre os outros apóstolos nem sobre a Igreja.

Em Mateus 20:25-27, o Senhor Jesus está corrigindo os discípulos por procurarem posições de honra e poder sobre os outros. "Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; e, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo".

Quem presidiu a única conferência das igrejas primitivas em Jerusalém, em Atos 15:13-21? Não foi Pedro. Foi Tiago! Pedro não falou primeiro, nem reivindicou o direito da direção e nem deliberou o veredicto final. Em Atos 8:14, encontramos Pedro, juntamente com João, sendo enviado pelos apóstolos a Samaria para cuidar de alguns assuntos. Pedro não está enviando aqui. Ele está sendo enviado. Essa é certamente uma indicação de que Pedro não era superior aos outros apóstolos.

Pedro foi repreendido e corrigido pelo apóstolo Paulo em Gálatas 2:11-21, portanto Pedro obviamente não era superior a Paulo, como o Catolicismo reivindica. Pedro não teve primazia sobre Paulo.

Nesse assunto é importante que descubramos exatamente o que Pedro reivindicou para si? Quando nos voltamos ao Novo Testamento, constatamos que Pedro nunca reivindicou supremacia sobre a Igreja ou sobre os outros apóstolos. Pedro nunca reivindicou ser o Papa. Em I Pedro 5:1, reivindicou ser presbítero entre presbíteros. Chama a si mesmo de presbítero, não Papa. "Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles...".

No versículo 3, Pedro continua instruindo aos pastores a não terem domínio sobre as igrejas. "Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus...". E, em I Pedro 2:25, Pedro diz que Cristo é Pastor e Bispo das almas, não ele mesmo, nem algum Papa! "Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas".

Numa ocasião em que as pessoas tentaram prostrar-se em adoração a Pedro, ele recusou tal adoração. Atos 10:25-26 diz, "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebe-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem". Essa é uma atitude contrária a dos Papas, que se sentam sobre o trono em suas coroações e são adorados pelos Cardeais ajoelhados, e que beijam suas mãos direitas e seus pés.

Pedro nunca menciona Roma em nenhuma de suas cartas no Novo Testamento. Isso é realmente estranho se Pedro foi o primeiro Bispo de Roma e o primeiro Papa. Em I Pedro 5:13, Pedro diz àqueles a quem está escrevendo: "A vossa co-eleita em Babilônia vos saúda...".

A fim de tentar reafirmar o ensinamento de que Pedro foi Papa de Roma, o Catolicismo diz que Babilônia nesse caso é uma referência obscura a Roma. Numa nota introdutória sobre o livro de I Pedro, a Versão Fraterna da Bíblia da Igreja Católica diz, "O lugar da composição é dado como Babilônia...uma designação obscura à cidade de Roma".

Pedro nunca foi metafórico nem apocalíptico naquilo que escreveu. Pelo contrário, foi direto, na verdade, quase rude, naquilo que tinha a dizer. A Babilônia que Pedro menciona aqui é literalmente a cidade Babilônia, no Rio Eufrates, e Pedro está simplesmente dizendo que o eleito da Babilônia manda recordações aos Judeus Cristãos a quem Pedro estava escrevendo. Babilônia aqui não é mais obscura do que "...Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia", a quem Paulo endereça sua carta em I Pedro 1:1. Em Apocalipse 17:5, Roma é chamada Babilônia, mas Apocalipse é um livro apocalíptico, com uma linguagem muito figurativa e simbólica, enquanto que I Pedro não o é. As cartas neotestamentárias de Pedro não são nem endereçadas a Roma nem partem de Roma.

O que Paulo tem a dizer sobre o fato de Pedro ser o primeiro Papa e Bispo de Roma? Em todas as suas 14 cartas, Paulo nunca menciona que Pedro seja o Bispo de Roma ou que Pedro esteja em Roma. Paulo escreveu sua epistola à igreja de Roma em 58 d.C. O Catolicismo reivindica que nessa mesma época em que Paulo escreveu à igreja de Roma, Pedro era Bispo ou Pastor lá. Mesmo assim Paulo não fez nenhuma menção sequer de Pedro no livro aos Romanos.

Em Romanos 1:11, Paulo diz aos membros da igreja de Roma, "Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais conformados". Tal afirmação teria soado de forma rude e insultada para Pedro se ele fosse pastor lá há dezesseis anos, como ensina o Catolicismo. Em Romanos 16:3-16, Paulo manda recordações especiais a vinte e seis pessoas da igreja de Roma individualmente, nome por nome, mas não menciona Pedro.

Em outras epístolas neotestamentárias que Paulo envia de Roma, ele manda recordações a dezessete indivíduos, nome por nome, mas nunca menciona Pedro. Se Pedro estava em Roma quando Paulo escreveu de Corinto à igreja que estava lá, ou quando Paulo escreveu de Roma para Colossos, Éfeso, Filipos e para Filemom, Timóteo e Tito, por que não menciona Pedro uma vez sequer? Paulo não menciona Pedro em suas cartas à igreja de Roma ou em suas cartas de Roma PORQUE PEDRO NÃO ESTAVA LÁ, NEM NUNCA TINHA ESTADO LÁ!

A história de Lucas sobre as igrejas primitivas, no livro de Atos, descreve o trabalho de Pedro em Jerusalém, Samaria, Lida, Jope, Cesaréia e Antioquia, mas não diz uma palavra sobre Pedro estar em Roma. Uma vez que Paulo entra em cena, Lucas dá pouca atenção a Pedro em sua história, no livro de Atos. Isso não faz sentido se Pedro era superior a Paulo, sendo Papa sobre ele. Apenas uma tradição posterior, e não a Palavra de Deus ou a história, localiza Pedro em Roma.

A maioria dos historiadores não-católicos concordam que Gregório I ou Gregório o Grande, como ele é conhecido na história, foi o primeiro Papa que reinou como "bispo universal". Gregório reinou como o primeiro Papa de 590 a 604 d.C.. Isso ocorreu muito, muito tempo depois que Pedro já tinha saído de cena, na verdade, cerca de seis séculos.

A primazia de Pedro sobre a Igreja não é um conceito bíblico. Tudo o que se refere a Pedro como Papa permanece como lenda e tradição. Nada disso vem da Palavra de Deus.

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O CATOLICISMO PREGA A INFALIBILIDADE PAPAL

Mensagem  Alberto Neto em Sex Out 10, 2008 3:40 pm

Infalível significa incapaz de cometer erro e, quando aplicado ao Papa, significa que em certas circunstâncias o Papa não comete erros. Veja o que o Dicionário Católico diz, na página 29, sobre a infalibilidade do Papa. "Infalibilidade papal significa que o Papa não erra quando fala ex cathedra, isto é, quando fala como pastor e professor de todos os Cristãos, ele circunscreve doutrinas concernentes à fé e às morais a serem seguidas por toda a igreja".

Tudo o que o Papa diz e requer quando fala ex cathedra deve ser considerado como tendo a mesma autoridade que a Palavra de Deus ou, na verdade, mais autoridade. Ninguém pode questionar o que o Papa diz ex cathedra porque nessa situação ele é infalível, incapaz de cometer erros.

Bem, Pedro certamente não era infalível! O Senhor repreendeu Pedro severamente por causa do seu ponto de vista sobre o sofrimento de Cristo, em Mateus 16:22-23. Quando o Senhor estava sendo provado, Pedro praguejou e jurou e negou-o três vezes (Mateus 26:69-75). Anos mais tarde, Paulo repreendeu Pedro por causa de um erro espiritual de Pedro, em Gálatas 2:11, onde Paulo diz, "E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível". Você pode imaginar alguém repreendendo o Papa atual dessa forma?

Pedro nunca reivindicou ser infalível! Em lugar nenhum o Novo Testamento ensina nem sequer deixa isso implícito que algum homem é infalível. Na história, as cismas papais, quando vários papas governaram ao mesmo tempo, aniquilaram qualquer idéia de infalibilidade papal.

A Grande Cisma de 1378-1417 abriu caminho para o rompimento entre as facções italiana e francesa da Igreja Católica. Nesse conturbado período, ambas as partes elegeram um Papa. Passou a haver, então, dois Papas, um em Roma e outro em Avignon, França. Cada Papa pronunciava anátemas e maldições de Deus ao outro. Foi formado um Conselho da Igreja em Pisa, em 1409, para resolver as coisas. O conselho votou a deposição de ambos os Papas e elegeram Alexandre V como Papa. Mas ambos os Papas depostos recusaram o rebaixamento e a Igreja passou a ter três Papas. Quais dos Papas eram infalíveis, vendo que trabalharam uns contra os outros?

A iniqüidade e a imoralidade dos Papas destrói qualquer reivindicação à infalibilidade. O Papa Alexandre VI, que governou de 1492-1503, tinha muitas amantes. Sua favorita era uma mulher que já tinha sido esposa de três maridos sucessivos. Ela deu a luz a alguns filhos a Alexandre que o Papa reconheceu abertamente como seus filhos. A infame Lucrecia Borgia foi a filha favorita do papa. Alexandre, na verdade, comprou o ofício de Papa para si e foi acusado de ter matado o marido de uma de suas amantes. Todas essas informações estão na Enciclopédia Britânica que eu possuo.

O efeito da doutrina da infalibilidade do Papa sobre o Catolicismo é que ela elimina o pensamento e a consciência individual e destrói o espírito de independência. Ela bloqueia o caminho que conduz à aquisição do verdadeiro conhecimento da Palavra de Deus e da salvação. Ele conduz a multidão a enxergar muito mais o Papa do que a Cristo.

Tudo o que a Palavra de Deus tem a dizer é que ninguém senão Cristo é infalível! A revelação de Deus nas Escrituras é o único guia infalível que os cristãos têm. "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles", diz Isaías 8:20.

Em seu livro Batistas e Suas Doutrinas, B. H. Carroll disse aos cristãos, em relação à autoridade infalível, "O Novo Testamento é a lei da Cristandade. O Novo Testamento é toda a lei da Cristandade. Todo o Novo Testamento é a lei da Cristandade. O Novo Testamento sempre será a lei da Cristandade".

A Palavra de Deus é a única regra de fé e ordem e o Espírito Santo é o único interprete infalível da Palavra de Deus. O único Vicário infalível de Cristo sobre a terra é o Espírito Santo.
CONCLUSÃO

Em Mateus 23:9, o Senhor Jesus diz, "E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus". Nem Pedro e nem os outros apóstolos nunca foram tratados como Santo Pai, Sua Santidade, Papa ou Nosso Santíssimo Senhor!

Somente Deus é santo, diz Apocalipse 15:4! Santo e tremendo é o nome de Deus, diz Salmos 111:9. Em João 17:11, em Sua grande oração intercessora, o Senhor Jesus refere-se a Deus como "Pai Santo"! Somente Deus é santo e, de acordo com Isaías 42:8, Deus não divide sua glória com ninguém! "Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei...".


Autor: Laurence A. Justice

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